O horário de funcionamento dos supermercados, mercados e açougues muda a partir deste domingo (1º). Conforme previsto em acordo de Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), os supermercados de Rondonópolis não abrirão mais no período noturno aos domingos. Os estabelecimentos vão funcionar das 7h às 14h. Este horário também será válido para os feriados.
A mudança foi informada em janeiro deste ano pelo Sindicato Patronal do Comércio Varejista de Rondonópolis (Sincom-Roo) que assinou o acordo com o Sindicato dos Empregados no Comércio de Rondonópolis (Secro).
A alteração no horário de funcionamento dos supermercados e mercados, que entra em vigência neste domingo, será válida por um período de seis meses para experiência. Até este domingo, esses estabelecimentos funcionavam até as 20h.
Segundo o presidente do Secro, Lucas Gonçalves, a mudança no horário representa uma grande vitória para os trabalhadores, que tinham essa demanda já há vários anos em Rondonópolis.
Ele explicou que a redução do horário vai possibilitar que os trabalhadores ainda possam ter um período do domingo para ficar junto com as famílias, por exemplo.
Os trabalhadores dos supermercados, mercados e açougues têm jornada 6×1, com um único dia de folga na semana, e essa folga, na maioria das semanas, não ocorre aos domingos, conforme definido pela legislação trabalhista.
“Por isso, ter mais tempo aos domingos é importante para esses trabalhadores. O domingo
Gonçalves destacou que o pedido dos trabalhadores levado ao sindicato patronal era pelo fechamento aos domingos, e em negociação foi possível chegar a esse meio termo, que atende tanto trabalhadores como empresários.
Como já foi mencionado, pelo acordo assinado entre os sindicatos patronal e dos trabalhadores, a mudança no horário será por um tempo de experiência de seis meses.
“Daqui a cinco meses vamos voltar a conversar para definir a continuidade ou não desse horário reduzido, após analisar se o novo horário atende as necessidades dos trabalhadores e dos empresários”, finalizou o presidente do Secro.
Fonte: Jornal A TRIBUNA


