
O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil para apurar aplicação de Bonificação de Inclusão Regional (BIR) pela Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), aos estudantes regionais sobre a nota global do ENEM. O inquérito de 5 de abril foi aberto pelo procurador da República, Paulo Taek.
O inquérito deve apurar os critérios estabelecidos pela UFR para garantir vantagem de acesso aos estudantes da região e se estes estejam amparados no princípio de isonomia no ensino superior.
Atualmente, a UFR conta também com processo seletivo próprio. Neste ano, a instituição destinou 50% das vagas pelo Sistema de Seleção Unificada (SiSU), do Ministério da Educação (MEC) e 50% por meio de edital próprio de seleção da UFR.
O diferencial do processo seletivo interno conforme a universidade, é que, por meio dele, os candidatos que cursaram integralmente o Ensino Médio no estado de Mato Grosso e optarem pela entrada via processo seletivo próprio da UFR, poderão solicitar a bonificação estadual no momento da inscrição.
A política concede um acréscimo de 6% à nota final do seletivo da UFR com o intuito, segundo afirma a instituição, de equilibrar a concorrência e estimular a permanência dos graduados no estado.
Os processos de ingresso ocorrem simultaneamente, porém por meio de inscrições paralelas. É possível concorrer ao mesmo tempo nos dois processos.
Fonte Danielly Tonin


