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terça-feira, abril 23, 2024

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Disputa para prefeitura tem “boqueirão” à vista e projeção de muitas candidaturas

Faltando pouco mais de um ano para as eleições do ano que vem; a impressão que se tem é que o quadro político para a disputa está literalmente aberto, principalmente, em razão do prefeito Zé Carlos do Pátio (PSB) não ser candidato. 

Desta forma, com o chamado “boqueirão” de votos em aberto, a tendência é que tenha, mais uma vez, inflação de candidatos, em busca do comando do Palácio da Cidadania. 

Sem Pátio no jogo, muitos grupos estão mais do que animados para entrarem na disputa. Um exemplo está na Assembleia Legislativa, os deputados estaduais Thiago Silva (MDB) e Cláudio Ferreira (PTB) devem colocar os seus nomes para a disputa. 

Ferreira tem a seu favor o fato de ter sido o mais votado para a AL nas eleições do ano passado e também o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele tem afirmado nos bastidores que sua candidatura a prefeito é irreversível. 

Com o mesmo discurso, que a eleição é um caminho sem volta está Thiago Silva, ele também tem a seu favor o fato de estar em um partido de tradição na cidade e ainda o fato de ser o nome mais lembrado nas pesquisas, até o momento. 

Por outro lado, o vice-prefeito Aylon Arruda (PSD) tem demonstrado interesse em disputar; ele está trabalhando o seu nome nas redes sociais e também está mais ativo em eventos. Aposta no discurso da qualificação e na vinda de empresas para ganhar pontos junto ao eleitorado.

Somando ainda a esse grupo ligado ao empresariado está o ex-prefeito Adilton Sachetti (Republicanos) que também está com as mangas de fora de olho na disputa. Sachetti tem voltado a cena política, se reunido com lideranças e tem como trunfo a boa aprovação do seu nome quando foi prefeito, entre os anos de 2005 a 2008. 

Na mesma linha, apostando no passado, como prefeito está Percival Muniz (MDB) , que está articulando nos bastidores a entrada nas eleições do ano que vem. Percival também aposta no seu peso como lideranças e na capacidade de angariar apoios para poder dar as cartas. 

No entanto, animado com a reeleição de Lula, o PT também vê esse boqueirão aberto na cidade e pelo menos a cúpula da sigla, já deixou claro que não abre mão de ter candidato a prefeito na cidade no ano que vem. 

Neste aspecto, o nome de maior projeção dentro do PT é o presidente da Câmara de Vereadores, Junior Mendonça. 

O PSol é outra sigla que não abre mão de ter candidato próprio e deve promover uma candidatura ao menos para ganhar projeção para projetos futuros. 

O vereador e atual deputado estadual em exercício, Roni Magnani (PSB) também pode entrar na disputa. Ele tem a seu favor o fato de ter tido uma boa votação nas eleições do ano passado. 

O grupo do prefeito Zé Carlos do Pátio também estará presente no processo eleitoral. Pátio não é candidato, mas aposta no nome de Paulo José Corrêa. O atual presidente do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis é aposta de Pátio. 

O prefeito acredita que Paulo José soma pontos pelo perfil conciliador e principalmente por fazer parte de uma nova geração de lideranças que está nascendo na cidade.

Lucas Perrone

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