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domingo, junho 16, 2024

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Cláudio Ferreira critica dívida bilionária da Prefeitura de Rondonópolis e cita erro de prioridade

Executivo anunciou gasto de R$ 3 milhões para cercar praças na cidade e rombo chegará a R$ 1 bilhão

O deputado Cláudio Ferreira (PL) criticou, nesta sexta-feira, a administração da Prefeitura de Rondonópolis e falou sobre a dívida bilionária que o Executivo deve deixar para o próximo gestor do município. A declaração foi dada após ser questionado sobre o gasto de mais de R$ 3 milhões para cercar praças.

De acordo com o parlamentar, o atual gestão assumiu a prefeitura com apenas R$ 300 milhões de dívidas, mas deixará a administração com um rombo de cerca de R$ 1 bilhão nas costas do contribuinte.

Em julho deste ano, a atual gestão conseguiu aprovar um empréstimo de pelo menos R$ 160 milhões junto à Caixa Econômica Federal (CEF) sob a justificativa da realização de “investimentos” em obras de infraestrutura, apesar dos questionamentos sobre a saúde financeira do município.

“Discordamos do modo com que a nossa cidade está sendo administrada, infelizmente o prefeito está deixando um rombo bilionário. Ele pegou a prefeitura com menos de R$ 300 milhões em dívidas e deve entregar com quase de R$ 1 bilhão, multiplicando a dívida. É inaceitável”, disse Cláudio Paisagista, como é conhecido.

“Vale lembrar que Rondonópolis sempre tem arrecadado muito, a Prefeitura tem uma das maiores receitas per capita do estado; ao meu ver, o que falta é uma gestão inteligente, que saiba gerir os recursos públicos. O dinheiro do contribuinte não pode ser colocado em risco”, afirmou Cláudio, que foi o deputado estadual mais cotado em Rondonópolis nas eleições de 2022.

A prefeitura anunciou nas últimas semanas o projeto, que vai custar mais de R$ 3,5 milhões, para cercar sete praças e áreas de lazer de Rondonópolis. A licitação para o processo deve ocorrer neste mês de novembro.

Para Cláudio Ferreira, a ação divulgada pela prefeitura não deveria ser prioridade. “Para gerir recursos públicos você deve estabelecer prioridades, e cercar praças não é uma prioridade. Eu não vejo sentido prioritário algum nessa ação”, declarou.

ASSESSORIA

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