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sábado, fevereiro 24, 2024

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Deputado diz em Programa de rádio, que suspeita de crime político em morte de Terezinha

O deputado estadual Cláudio Ferreira (PL), conhecido como Paisagista, cobrou uma solução para o caso da morte da ex-diretora do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear) , Terezinha Souza Silva, ocorrida em 15 de janeiro de 2020.

Em , no Programa Bom Dia Cidade transmitido pela 104 FM, o parlamentar expressou suspeitas de que a morte de Terezinha teria sido um crime político.

Ele explicou que a presidente do Sanear era uma pequena empresária sem inimigos declarados e que não poderia ser uma morte resultante de crime passional, dada a postura dela. “Nossa suspeita é que a morte dela foi motivada por assuntos políticos”, resumiu.

A declaração foi uma resposta ao engenheiro Carlos Vinícius Araújo, filho do prefeito Zé Carlos do Pátio, que criticou o deputado sobre o assunto e sugeriu que, se Cláudio soubesse de algo, deveria denunciar à polícia e que estaria sendo omisso. Cláudio respondeu afirmando que tem o direito de cobrar. “Eles ficam falando quem matou Marielle, e então, por que eu não posso perguntar: Quem matou Terezinha?”, disse o parlamentar.

Terezinhba foi assassinada em 2021 em pleno centro de Rondonópolis Fonte: Gcom

Ele também apontou que o grupo do prefeito Zé Carlos do Pátio não cobrou de forma intensa uma solução para o crime. “Acho que deveria ter uma cobrança maior”, completou.

Terezinha foi assassinada em 15 de janeiro de 2020, por volta das 7 horas da manhã, no centro de Rondonópolis, no cruzamento da rua Otávio Pitaluga com a Dom Wunibaldo. Ela estava em um carro, ao lado de seu motorista, indo em direção ao Sanear, quando foi abordada por dois homens em uma moto, e houve disparos. Terezinha chegou com vida à Santa Casa, mas acabou morrendo no hospital.

Edvan de Souza Santos. um dos suspeitos da morte de Terezinha (Foto – Redes sociais)

A polícia esclareceu parte do crime ao prender um dos suspeitos dos disparos, identificado como Edvan de Souza Santos, policial militar lotado no Gefron de Pontes de Lacerda. No entanto, o outro suspeito não foi localizado, e a polícia ainda não conseguiu identificar os mandantes do crime. O deputado Cláudio Ferreira busca respostas e uma solução para o caso.

primeirahora.

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