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sexta-feira, maio 24, 2024

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Eleições municipais: 4 partidos largam na frente em disputa pelas capitais

A mais de 130 dias do início do período de campanha pelas eleições municipais de 2024, 4 partidos políticos parecem largar na frente da disputa pelo comando das 26 capitais. É o que mostra levantamento feito pela consultoria Arko Advice, com base em dados de pesquisas de intenção de voto divulgadas até março.

O estudo preliminar mostra que União Brasil (sigla que resultou da fusão entre DEM e PSL em 2022), PSDPL e MDB devem disputar o posto de legenda que elegerá o maior número de prefeitos nas capitais.

Com base nos dados dos levantamentos mais recentes divulgados pelos institutos e os cenários esperados para as candidaturas que serão confirmadas para cada disputa, a consultoria estimou um número mínimo e máximo de eleitos para 14 partidos políticos.

A mais de 130 dias do início do período de campanha pelas eleições municipais de 2024, 4 partidos políticos parecem largar na frente da disputa pelo comando das 26 capitais. É o que mostra levantamento feito pela consultoria Arko Advice, com base em dados de pesquisas de intenção de voto divulgadas até março.

O estudo preliminar mostra que União Brasil (sigla que resultou da fusão entre DEM e PSL em 2022), PSDPL e MDB devem disputar o posto de legenda que elegerá o maior número de prefeitos nas capitais.

Com base nos dados dos levantamentos mais recentes divulgados pelos institutos e os cenários esperados para as candidaturas que serão confirmadas para cada disputa, a consultoria estimou um número mínimo e máximo de eleitos para 14 partidos políticos.

A legenda também aparece com força em Curitiba (PR), onde Eduardo Pimentel divide a liderança com Beto Richa (PSDB), Luciano Ducci (PSB), Ney Leprevost (União Brasil) e Deltan Dallagnol (Novo). E em Goiânia (GO), onde o senador Vanderlan Cardoso (PSD) aparece empatado com Delegada Adriana Accorsi (PT) e Gustavo Gayer (PL).

Tanto no caso do União Brasil quanto do PSD, o estudo da Arko Advice aponta um mínimo de 4 candidatos eleitos em capitais e um máximo de 6. Vale, contudo, a ponderação sobre a distância para o pleito e a indefinição sobre o quadro de candidaturas. Os partidos têm até 15 de agosto para escolher seus representantes nos pleitos ou definir alianças − 52 dias antes do primeiro turno, marcado para 6 de outubro. O segundo turno, se houver necessidade, será em 27 de outubro.

Dando sequência à lista dos partidos, o PL, legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro, lidera em 3 capitais, segundo as pesquisas até o momento divulgadas: 1) Maceió (AL), com JHC; 2) Belém (PA), com Éder Mauro; e 3) Palmas (TO), com Janad Valcari. Além da situação de empate técnico em Goiânia (GO), com Gustavo Gayer. E em Belo Horizonte (MG), Bruno Engler (PL) aparece tecnicamente empatado com João Leite (PSDB).

MDB também está em primeiro lugar em 3 capitais: 1) Rio Branco (AC), com Marcus Alexandre; 2) Porto Alegre (RS), com o prefeito Sebastião Melo; e 3) Boa Vista (RR), com Arthur Henrique. Já em São Paulo (SP), o prefeito Ricardo Nunes aparece em condição de empate técnico com o deputado Guilherme Boulos (PSOL).

Chama atenção no levantamento o quadro de dificuldades para o PT, sigla do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já teve desempenho negativo em grandes municípios no pleito de 2020. No PSDB, legenda que governou o país de 1995 a 2002 e foi antagonista do PT por 20 anos, o horizonte também não é nada inspirador. Em ambos os casos, a Arko Advice não projeta favoritismo em nenhuma capital e vê um teto reduzido, de apenas 2 vitórias possíveis.

Na avaliação dos analistas da consultoria política, há um cenário geral adverso para a esquerda nas capitais. Apesar do bom desempenho de Boulos nas pesquisas pela prefeitura de São Paulo, eles destacam a recente melhora dos indicadores de Ricardo Nunes. Para os especialistas, a sigla mais bem posicionada neste campo político é o PSB, que mantém boas chances de reeleger João Campos no Recife (PE).

Do lado dos tucanos, eles ressaltam uma perda expressiva de espaço para outras legendas de “centro”, como MDB e PSD. A cerca de 6 meses do primeiro turno, os especialistas vislumbram ventos mais favoráveis à centro-direita nas capitais.

“O avanço da direita nas capitais, se confirmado nas urnas, repetirá o padrão de comportamento eleitoral dos últimos dois pleitos municipais – 2016 e 2020. Pelo cenário que se desenha, o mais provável é que o PT cresça nas prefeituras das médias e pequenas cidades, locais onde a força do lulismo é maior, repetindo tendência verificada na sucessão de 2022”, projetam.

Fonte: Infomoney

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