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terça-feira, abril 23, 2024

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Júnior Mendonça é empossado para mandato de dois anos como presidente da Câmara

A transmissão do cargo foi feita de forma rápida pelo ex-presidente Roni Magnani (PSB) que passou o cargo a Júnior.

O novo presidente, pelo menos no cargo de primeiro escalão fez poucas mudanças, manteve praticamente todos os secretários da gestão Magnani.

O vereador Junior Mendonça foi eleito na última sexta-feira (11) , presidente do Legislativo rondonopolitano para os próximos dois anos. O parlamentar vai comandar a Câmara de Vereadores a partir de janeiro do ano que vem.

Na composição que começou a ser construída ainda no ano passado, durante a formação do chamado G-14, Junior terá como primeira secretária, a vereador Marildes Ferreira (PSB), e como primeiro vice-presidente, o investigador Gérson (MDB), o segundo vice-presidente será Reginaldo dos Santos (SD) e o segundo secretário, o vereador Ozeias Reis (PP).

No entanto, a chapa de Júnior, apesar não ter concorrentes, recebeu 16 dos 21 votos.

O vereador Cido Silva (PSC), como já era esperado votou contra a chapa, alegando conflitos ideológicos. O vereador Jonas Rodrigues (SD) e a vereadora Kalynka Meirelles (Republicanos) também votaram contra, os dois vereadores são bolsonaristas declarados.

O presidente da Câmara de Vereadores, Roni Magnani e o vereador Manoel da Silva Neto, o Doutor Manoel, não votaram por estarem ausentes na sessão desta manhã.

Votaram a favor de Junior Mendonça, além de Marildes, Gerson, Reginaldo e Oseias; os vereadores: Adonias Fernandes (MDB), Cláudio da Farmácia (MDB), Dico (SD), Batista da Coder (SD), Beto Amendoim (PTB) e Roni Cardoso (PSD).

Fora esse grupo, os vereadores bolsonaristas: Kaza Grande (DC), José Felipe (Podemos), Guinâncio (PSDB), Alikson Reis (DC) e Odair Moura (UB).

Logo após a votação, em entrevista coletiva, o presidente eleito, destacou que a chapa dele tinha pluralidade e , por isso, recebeu votos de diversas linhas ideológicas.

Junior ainda completou que uma das marcas da sua gestão vai ser a independência das ações da Câmara, relacionadas ao Poder Executivo.

Lucas Perrone – da Redação 

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