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terça-feira, junho 18, 2024

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Mato Grosso é 4º maior exportador de madeira e busca ampliar mercados

As indústrias madeireiras mato-grossenses fizeram US$ 70,9 milhões, desde janeiro, com clientes em diversos países e Mato Grosso ocupa o 4º lugar no ranking nacional, com 68.677 toneladas vendidos até setembro. China e Índia se destacam como importantes consumidores de produtos madeireiros, extraídos de áreas com projeto de manejo florestal sustentável. Neste ano, até setembro, a Índia adquiriu 38.101 toneladas de madeira de Mato Grosso pelo montante de US$ 20,5 milhões e a China importou 8.964 toneladas do produto ao valor total de US$ 6,8 milhões, conforme estatísticas do sistema Agrostat do ministério da Agricultura e Pecuária.

À frente de Mato Grosso, os maiores saldos de exportação de produtos florestais em 2023 são atribuídos a Santa Catarina (US$ 1 bilhão), Rio Grande do Sul (R$ 436,7 milhões) e Pará (US$ 177,1 milhões), incluindo madeira nativa e de florestas plantadas em todos os estados.

Hoje chegou na China a delegação mato-grossense liderada pelo governador Mauro Mendes, com presidentes de federações e sindicatos do setor produtivo, em busca de mais mercados e tecnologias. A Índia também receberá a missão do Estado. Com foco no fomento e ampliação de negócios, empresários do setor de base florestal de Mato Grosso participarão dias 21 e 22 do Fórum Global da Madeira, em Macau, na China.

O presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem), Ednei Blasius, mencionou que o volume de exportação para a Índia ser basicamente de madeira de reflorestamento, da espécie Teca. “Precisamos inserir nesse volume madeiras nativas, de origem de Manejo Florestal Sustentável”, defendeu Blasius.

Quase metade do total de municípios de Mato Grosso possuem indústrias do setor de base florestal. Ao todo, são 66 cidades ( 46,8% ) das 141 com empresas do ramo, destacando-se a produção de tora, especialmente nos municípios de Colniza e Aripuanã, na região Noroeste, que lideram com participação de 0,6% e 18%, respectivamente, na produção estadual, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), informa o Cipem.

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