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domingo, julho 21, 2024

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Após incêndios catadores da ASSCAVAG recebe equipe de psicologia do Projeto integrador “Resiliência e desafios psicossociais” da UNIVAG

O incêndio que ocorreu no dia 12/10/2023 trouxe aos catadores da ASSCAVAG grande perca material, onde perderam além de equipamentos essencial para o desenvolvimento do empreendimento, cargas formadas,  além de prejuízo material e emocional, os catadores vêm lutando para se reerguer.

Pensando nessa dificuldade a equipe do Projeto integrador que tem como objetivo desenvolver competências profissionais importantes para o curso de psicologia, também com intuito de apoiar os Catadores nesse momento tão difícil, realizamos a  intervenção Saúde mental, com o  tema  “Resiliência e desafios psicossociais: Um estudo da saúde mental entre catadores de materiais recicláveis. Nós tivemos o intuito de falar sobre saúde mental entre os catadores de materiais recicláveis e orientar sobre onde procurar ajuda”, informou Raissa Freitas, Palestrante.

Para a aluna de Psicologia  Pamela Pádua, a inclusão produtiva dos catadores é uma questão multifacetada, abrangendo aspectos sociais, econômicos e ambientais. Em locais estruturados, os catadores desfrutam de condições seguras, instalações adequadas e oportunidades de renda e reconhecimento, contribuindo para práticas ambientais mais sustentáveis. Por outro lado, em uma comparação com os Catadores de Alto Araguaia, como é o caso da Associação de catadores Araguaia Recicla, que ainda não possuem estruturação adequada, onde o trabalho em lixões expõe os catadores a condições precárias, remuneração inadequada e falta de reconhecimento, resultando em impactos negativos para a saúde e o meio ambiente.

“A eficácia das políticas públicas e intervenções governamentais é importante e deve desempenhar um papel crucial na transição desses trabalhadores para ambientes estruturados, buscando melhorar a qualidade de vida, promover a inclusão social e estabelecer práticas mais dignas e sustentáveis. O engajamento conjunto da sociedade, governo e setor privado é essencial para esse processo abrangente”, ressaltou Pádua.

De acordo com Valquíria Pereira perder o fruto de tanto trabalho e esforço não é fácil, mas essa intervenção ajuda a fortalecer o psicológico dos catadores para um novo recomeço. “Saber que existem pessoas que apoia e admira nosso trabalho, que é tão digno como qualquer outro. Enquanto existir esperança há um recomeço. Só tenho que agradecer e parabenizar aos catadores da ASSCAVAG pelo esforço e resiliência”, disse a Presidenta da associação.

Para integrante do Projeto Kariny Rodrigues “É importante cuidar da saúde mental não somente quando há uma catástrofe ou situações de emergências, mas em qualquer momento da vida, foi primordial ser abordado esse tema para que saibam que o sofrimento psíquico e sentimentos de tristeza e solidão, podem ser tratado a partir da supervisão de profissionais, e onde encontrar esse tipo de ajuda”.  Informando que a equipe é composta por seis alunas do 4º semestre de psicologia do Centro Universitário de Várzea Grande- UNIVAG, além do Professor Guilherme Duarte, que orienta e supervisiona a equipe.

Para a Catadora Kátia Nabiane, essa situação que ASSCAVAG vem vivenciando em conseguir apoio do executivo de Várzea Grande é muito difícil pois estavam estruturados e agora tem que começar de novo. O que não é diferente dos catadores dos municípios do interior como Alto Araguaia por exemplo, onde as solicitações de apoio  para estruturação do empreendimento Araguaia Recicla pelos catadores e comunidade local em cumprimento da a Lei 12.305 é ignorada pelo poder público executivo e legislativo, onde os catadores tem  mais fácil conseguir reconhecimento e respostas da Assessoria dos deputados de Mato Grosso. As prefeituras e as câmaras municipais deveriam se conscientizar da importância de apoiar o trabalho dos catadores para saúde pública e preservação ambiental, ou seja os prefeitos e vereadores conclui.

ASSESSORIA

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